O Poder das Ervas

 

 

 

A utilização de plantas medicinais como terapia para diversas enfermidades data de épocas remotas. Existem registros de indicação do uso das plantas como fonte de saúde desde a China Antiga (3000 a.C.). Dessa forma, são consideradas parte importante na história da humanidade, medicinal e culturalmente. No Brasil, a miscigenação de povos e culturas do período colonial, associada à dificuldade de se obter tratamento médico nas regiões distantes das metrópoles, acabou levando à utilização de plantas medicinais nativas, pois apenas alguns médicos detinham posse de fármacos. Essa população, então, buscou na natureza alternativas para curar seus males. A prática ficou conhecida como “cura por meio de ervas medicinais”, sendo utilizada pelos fazendeiros, jesuítas e índios, o que contribuiu para a disseminação dessa forma de tratamento.

 

A utilização de plantas medicinais como terapia para diversas enfermidades data de épocas remotas. Existem registros de indicação do uso das plantas como fonte de saúde desde a China Antiga (3000 a.C.). Dessa forma, são consideradas parte importante na história da humanidade, medicinal e culturalmente. No Brasil, a miscigenação de povos e culturas do período colonial, associada à dificuldade de se obter tratamento médico nas regiões distantes das metrópoles, acabou levando à utilização de plantas medicinais nativas, pois apenas alguns médicos detinham posse de fármacos. Essa população, então, buscou na natureza alternativas para curar seus males. A prática ficou conhecida como “cura por meio de ervas medicinais”, sendo utilizada pelos fazendeiros, jesuítas e índios, o que contribuiu para a disseminação dessa forma de tratamento.

 

Nas últimas décadas o consumo de fitoterápicos aumentou em todo o mundo. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 80% da população mundial faz uso de algum tipo de erva na busca de alívio de alguma sintomatologia dolorosa ou desagradável. Desse total, pelo menos 30% deu-se por indicação médica. A utilização de plantas medicinais, tem inclusive recebido incentivos da própria OMS. Alguns fatores contribuíram para este aumento, como o alto custo de remédios sintéticos e a resistência dos patógenos dos medicamentos

As plantas medicinais, que têm avaliadas as suas eficiências terapêuticas e a segurança do uso, dentre outros aspectos, estão cientificamente aprovadas a serem utilizadas pela população nas suas necessidades básicas de saúde, em função da facilidade de acesso, do baixo custo e da compatibilidade cultural com as tradições populares. Uma vez que as plantas medicinais são classificadas como produtos naturais, a lei permite que sejam comercializadas livremente, além de poderem ser cultivadas por aqueles que disponham de condições mínimas necessárias.

Por essas razões é que trabalhos de difusão e resgate do conhecimento de plantas medicinais vêm-se difundindo cada vez mais, principalmente nas áreas mais carentes. Para a Organização Mundial de Saúde - OMS, saúde é: “Um bem-estar físico, mental e social e não apenas ausência de doença”. O uso de plantas medicinais como prática alternativa pode contribuir para a saúde dos indivíduos, mas deve ser parte de um sistema integral que torne a pessoa realmente saudável e não simplesmente “sem doença”.